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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

PET


O que sua raça preferida de cachorros diz sobre sua personalidade?




Mesmo os mais apaixonados por cães precisam admitir: algumas raças ocupam um espacinho mais especial no coração. Mas para a ciência, essa preferência pode dizer muito mais sobre você e sua personalidade do que pode imaginar. Pessoas que preferem peludinhos menores, por exemplo, são mais extrovertidos e divertidos, enquanto os amantes de raças conhecidas como mais agressivas costumam ser ultra receptivas.  Quer saber o que o seu cão favorito diz sobre sua personalidade? Siga a galeria e descubra!






PESSOAS RECEPTIVAS PREFEREM OS PITBULLS

Estereotipados como animais violentos, os pitbulls costumam ser os cães preferidos de pessoas que tenham a receptividade mais aflorada em sua personalidade. Com uma mente mais aberta e sem se preocupar com o que os demais pensam, os amantes de pitbull também costumam ser criativos e confiantes, capazes de extrair todo o carinho que esses pets brutamontes tem a oferecer!




SPITZ ALEMÃO É AMADO POR PESSOAS DOCES E ANIMADAS

Pequeno, doce e animado, o spitz alemão costuma ser a raça queridinha de pessoas com os mesmos traços de personalidade: esses lares com certeza têm muita diversão e amor!



GALGO INGLÊS É AMADO POR PESSOAS INTUITIVAS

Conhecidos por serem independentes e silenciosos, os cães da raça Galgo Inglês costumam atrair pessoas extremamente intuitivas e com personalidades fortes.





PESSOAS QUE PREFEREM CORGIS COSTUMAM SER EXTROVERTIDAS

Assim como os cãezinhos de pequeno porte, os amantes corgis costumam ser bastante barulhentos. Falantes e comunicativos, as pessoas apaixonadas pela raça costumam ser extrovertidas e adoram o holofote. Combina bastante com essa raça, que é uma das mais amadas no Instagram!




AMANTES DE PASTOR-ALEMÃO COSTUMAM SER COMPETITIVOS

O pastor alemão é uma raça bastante atlética e forte. Os amantes da raça seguem mais ou menos o mesmo arquétipo e tendem a ser ativos, extrovertidos e competitivos.




PESSOAS QUE PREFEREM BULLDOG GOSTAM DE DISCIPLINA

Apesar da personalidade forte e até mesmo intimidadora, as pessoas apaixonadas por cães da raça bulldog costumam ter laços incríveis com os familiares. Gostam também de cumprir horários e manter as coisas sempre em ordem dentro de casa.




AMANTES DE CHIHUAHUAS ESTÃO SEMPRE EM BUSCA DE AMIZADES

Mesmo com fama de terem temperamento difícil, os chihuahuas - assim como os seus amantes - costumam ser fáceis de conviver. Aqueles que declaram sua preferência pela raça geralmente são pessoas calmas e simpáticas, sempre abertas a novas amizades.




DONOS DE PUGS COSTUMAM SER ANIMADOS

Para cuidar de um pug é preciso ter muito bom humor e estar sempre de bem com a vida. E isso é uma missão fácil para as pessoas que declaram seu amor pelos pugs. Animados e positivos, os amantes de pugs também adoram ser mimados - assim como seus amigos peludinhos.




DONOS DE LABRADORES SÃO CONHECIDOS PELA LEALDADE

Já os donos de labradores costumam ser muito inteligentes. Mas esqueça a ideia de que o tempo de estudo faz com que eles sejam poucos sociáveis: os apaixonados por essa raça costumam estar rodeados de amigos e são muito leais.





PESSOAS QUE GOSTAM DE CÃES DA RAÇA ROTTWEILER SÃO ATIVAS

Assim como os peludos, as pessoas que gostam de cães da raça rottweiler podem ser vistos como muito intensos. Eles são confiantes e estão sempre protegendo aqueles que amam, além de adorarem atividades ao ar livre.




AMANTES DE GOLDEN RETRIEVER SÃO DIVERTIDOS E ANIMADOS

Assim como os cães da raça golden retriever têm algo de convidativo, algo que faz as pessoas quererem estar sempre por perto, é assim também com seus donos, que costumam ser extrovertidos e engraçados. Eles são os anfitriões naturais de qualquer festa e querem garantir que todos estejam sempre bem.




PESSOAS QUE GOSTAM DE BEAGLE SÃO CURIOSAS

Assim como os beagles, os amantes desses peludinhos costumam ser muito curiosos, dispostos a aprender coisas novas e aptos a encarar situações dinâmicas.

Fonte: Pedigree - Imagens: Google

quinta-feira, 30 de julho de 2015

PET

Animais de Laboratório



A utilização de animais em laboratórios, tanto para fins médicos quanto para fins comerciais, é uma questão muito polêmica. Animais de várias espécies, sendo os camundongos mais intensamente utilizados, são empregados em experiências científicas e testes a fim de comprovar a eficiência de produtos como vacinas, cosméticos, medicamentos, etc.
O uso de animais com objetivos científicos é uma prática comum que vem sendo empregada desde a Antiguidade, mas para que essa prática seja aceitável do ponto de vista ético e exponha resultados eficazes, é dever do especialista a consciência de que o animal que está sendo utilizado como cobaia é um ser vivo e como tal possui instinto, além de ser sensível à dor.

A questão sobre os direitos dos animais e sua utilização em experimentos científicos vem sendo discutida desde muitos anos, mas, em 1860, um fato ocorrido foi decisivo para o estabelecimento de limites no uso de animais como cobaias em experimentos de laboratório.  O fisiologista francês Claude Bernard dizia que o uso de animais vivos era indispensável para experimentações e, por isso, ele mantinha um laboratório e um biotério nos porões de sua própria casa. Cansadas de ouvir os gritos de animais que diariamente eram torturados, a esposa e a filha de Claude o abandonaram e fundaram a primeira sociedade francesa em defesa dos animais. A partir dessa associação, diversas outras sociedades protetoras dos animais também foram fundadas, assim como leis específicas para esse tipo de uso dos animais.
A avaliação dos projetos de pesquisa em animais deve ter o mesmo rigor que a realizada em seres humanos, sendo que os animais utilizados nesses projetos científicos devem receber toda a atenção e cuidado. Em 1959, o zoologista William M.S. Russell e o microbiologista Rex L. Burch publicaram um livro em que estabeleceram os três R’s das pesquisas em animais: replace (substituir), reduce(reduzir) e refine (refinar). Para eles, a substituição de animais em experimentos científicos já avançou muito, podendo ser utilizado, no lugar de animais, culturas de células, simuladores e modelos matemáticos. Ainda segundo Russell e Burch, os experimentos devem ser mais bem planejados e as instalações adequadas, com pesquisadores capacitados para fazerem pesquisas em animais.

Como dissemos no início do presente artigo, esse é um assunto muito polêmico, que será alvo de vários questionamentos e discussões, tanto por parte dos protetores dos animais, quanto por parte de pesquisadores e cientistas. Mas, como sugeriu o filósofo Jeremy Bentham no ano de 1789, a questão não está ligada apenas ao fato de esses animais poderem raciocinar ou pensar e sim: Podem eles sofrer?

Por Paula Louredo - Brasil Escola
Graduada em Biologia

quinta-feira, 9 de julho de 2015

PET



ALIMENTOS PROIBIDOS PARA OS PETS

Resistir ao olhar suplicante dos cachorros e dos gatos na hora da comida é um desafio para qualquer pessoa. Parece uma maldade dar ração a eles, enquanto você saboreia coisas bem mais gostosas. Mas é preciso ser firme e forte para garantir a saúde do seu bichinho.
A veterinária Sonali Rebelo, especializada em nutrição animal, diz que é errado acostumá-los com o que as pessoas estão habituadas, como frituras ou guloseimas. “Cães e gatos têm necessidades nutricionais que devem ser respeitadas para o seu organismo não ficar sobrecarregado ou com déficit de nutrientes. Uma dieta muito rica em grãos e cereais, por exemplo, pode causar gases, constipação ou diarreia crônica. Gordura, por sua vez, ocasiona problemas graves, enquanto determinados temperos são tóxicos e provocam inflamações”, afirma.



Já as frutas e legumes, assim como em humanos, ajudam a criar alimentação balanceada, mas não se forem dados deliberadamente. “Por serem carnívoros, cães e gatos têm menor capacidade de aproveitar estes alimentos se não forem devidamente preparados”, diz Sonali.

Os ossos são outra prova de que todo cuidado é pouco. Os que são cozidos ressecam e perdem elasticidade, tornando-se indigestos e perigosos, além de provocarem engasgos muitas vezes. Já os petiscos, que costumam ter corantes, flavorizantes e conservantes, devem ser evitados, assim como biscoitinhos  à base de farinha.


E quanto à água? Sonali não recomenda a de torneira por causa da possibilidade de contaminação. Além disso, sirva em vasilhas de inox ou de porcelana, mantendo-as sempre bem higienizadas. E consulte o veterinário regularmente para saber ao certo se os hábitos alimentares do seu pet são ou não prejudiciais à saúde.

A melhor ração

A variedade de marcas e de tipos cresce a cada dia. Habitue-se a ler também as tabelas nutricionais dos produtos, prestando maior atenção aos ingredientes com maior quantidade na formulação. “Prefira as que contêm proteínas de origem animal e não seus subprodutos ou proteínas de origem vegetal (milho, trigo, soja)", indica Sonali.

Os conservantes são outro ponto de atenção. “Escolha as rações conservadas com vitaminas do complexo E (tocoferóis mistos) ou com óleo de alecrim, por exemplo”. Se o seu bichinho bebe pouca água, compre as versões úmidas das rações, como patês e saches, tendo os mesmos cuidados.




Tome nota

Veja uma lista de alimentos que, em excesso ou dependendo da sensibilidade do organismo animal, são tóxicos:

Cebola e cebolinha: Têm a substância oxidante n-propil dissulfito, relacionada a quadros de anemia e vômitos.

Chocolate, guaraná e açaí: A teobromina, um alcaloide com efeito estimulante, causa náusea, convulsão e aumento de batimentos cardíacos.

Chá preto e café: A cafeína provoca situações semelhantes às do chocolate.

Batata, cará, inhame e mandioquinha crus: A solanina é um pesticida natural de autodefesa da planta, capaz de causar problemas neurológicos e gastrointestinais. Sirva estes alimentos apenas bem cozidos.

Mandioca Brava: A linamarina é considerada muito tóxica.

Caroços de frutas: o cianeto, uma substância com potencial tóxico, representa um risco, assim como o tamanho de algumas sementes.

Alimentos açucarados: Levam à obesidade e predispõem ao diabetes e a crises de pancreatite, além de facilitarem o acúmulo de tártaro nos dentes.

Farinhas brancas (pão branco e biscoitos) e refinados: Não nutrem e elevam o índice de glicose no sangue.

Bebidas alcoólicas: Afetam o sistema nervoso central e provocam intoxicação.

Leite: Alguns pets são intolerantes à lactose.


Sal: Desidrata e, em casos mais graves, provoca tremores, convulsão e morte.

Fonte: portalvital.com
Imagens: Google Imagens

domingo, 5 de julho de 2015


PET


Férias e feriados: cuide dos bichos de estimação durante longas ausências



Se você tem um animal de estimação e vai se ausentar de casa por uns dias, vai precisar de um cuidador ou um local adequado para hospedá-lo. E o primeiro passo para manter a saúde e evitar que os cães e gatos sofram é respeitar o limite do seu amigão: cachorros suportam razoavelmente bem a falta do dono por até 45 dias, mas os bichanos não são tão independentes, sentindo com mais rapidez à ausência. No entanto, essas expectativas variam de indivíduo para indivíduo, como afirma a veterinária Andressa Gontijo. Além disso, quanto menos a rotina do pet for alterada, menos traumática é a separação temporária. 

Peça ajuda
Uma opção é pedir a ajuda de amigos, familiares, de um vizinho, do zelador ou da faxineira para cuidar, diariamente, seja do papagaio ou do cãozinho. Essa é uma boa alternativa, pois diminui o estresse do animal, que se mantém em seu próprio ambiente e com pessoas queridas e conhecidas. Se o cuidador da vez topar enfrentar a responsabilidade, explique os hábitos do seu pet, indique o local onde a comida está armazenada e deixe quantidade suficiente para alimentar o bicho durante todo o período. Crie um manual (verbal ou escrito) que trate da frequência e do montante das porções, bem como do local de evacuação das fezes e da urina e da higiene corriqueira deste espaço. Fale sobre eventuais medicamentos, providencie o abastecimento "da farmacinha" e anote doses e horários de administração. Também instrua o cuidador se e onde o bicho deve passear e informe se ele estranha outros animais e pessoas. Por precaução, deixe o contato do veterinário à mão.

Fonte: Uol

sexta-feira, 3 de julho de 2015

PET



Você ama cachorro? Veja o que isso diz sobre a sua personalidade

Você é uma pessoa louca por cães? Essa resposta pode dizer muito sobre a sua personalidade. Uma pesquisa feita pela Universidade do Texas descobriu que as pessoas que amam cachorros tem muita coisa em comum. Talvez você seja mais parecido com seu cão do que você imaginou.

Algumas características das pessoas que amam cachorro:
– disciplinado
 responsável
– costumam se planejar com antecedência

Você aproveita o seu dia? Se você ama cães, provavelmente sim. As pessoas que amam cães normalmente são 15% mais extrovertidas do que as pessoas que gostam de gatos. Isso significa que elas são:
– Entusiasmadas
– Animadas
– Enérgicas
– Positivas

De acordo com a pesquisa, se você ama cães, você tem 13% mais chances de ser mais agradável do que as pessoas que gostam de gatos. Isso significa que são mais:
– Confiáveis
– Altruístas
– Carinhosas
– Bondosas
– Sociáveis


Concluindo, se os cães tem energia, são confiáveis e fáceis de lidar, pode-se dizer o mesmo das pessoas que amam esses animais. Mas o autor da pesquisa, o psicólogo Sam Gosling, PhD, admite que as diferenças entre as pessoas que amam gatos e as que amam cachorros não são muito grandes. “Com certeza existem muitas pessoas extrovertidas que amam gatos e pessoas tímidas que amam cães, não é uma regra”, afirma Gosling.

E você? Concorda com a pesquisa?

Fonte: Tudo sobre Cachorros –http://www.tudosobrecachorros.com.br


PET


Pesquisa revela diferenças de personalidade entre donos de cães e gatos

Em uma pesquisa com 600 estudantes universitários, pesquisadores concluíram o que quase todo mundo já sabia: pessoas que gostam de cães são bem diferentes das que adoram gatos.
“Faz sentido que as pessoas que preferem cães sejam mais animadas, porque gostam de sair e conversar com as pessoas. Já as que gostam de gatos são mais introvertidas e sensíveis, preferem ficar em casa lendo um livro e não ter que levar o gato para passear”, explica a pesquisadora Denise Guastello, professora de psicologia da Universidade Carroll em Waukesha , Wisconsin, que apresentou os resultados no encontro anual.
Algumas diferenças de personalidade são bem marcantes. Pessoas que gostam de cães têm mais disposição, são extrovertidas e costumam seguir regras. Já os “gatófilos” são mais introvertidos e abertos a novas ideias, tendem a desobedecer regras e obtiveram um desempenho melhor na avaliação de inteligência (mas os pesquisadores não mencionam se os amantes de cães exigiram uma recontagem deste último item).
Segundo o LiveScience, 60% dos estudantes entrevistados declararam gostar de cães, 11% afirmaram preferir gatos e o restante disse gostar de ambos ou de nenhum. Para os cinófilos, o companheirismo é o atributo mais importante de um animal de estimação, enquanto a afeição foi citada pelos donos de gatos.

Fonte | Autor: Sheila M. Eldred | Imagens: Ilustração/Divulgação/Reprodução/Internet
PET




Alemanha: cemitério permite enterro de pets junto com donos

Os falecidos agora poderão repousar eternamente na companhias de seus bichinhos de estimação na Alemanha. Isso, pelo menos no cemitério de Braubach (oeste), que oferece sepulturas para urnas crematórias de humanos e animais.
A funerária local lançou a iniciativa e assegura que ela é sem precedentes em todo o país.
Outro cemitério, de Essen (oeste), também oferecerá os mesmos serviços.
Apenas urnas contendo as cinzas, sejam humanas ou de animais, poderão repousar juntas, garante a funerária Sociedade Alemã de Cemitérios.
A cremação, no entanto, deverá ser feita separadamente, conforme prevê a legislação alemã.

Fonte | Imagens: Ilustração/Divulgação/Reprodução/Internet

sexta-feira, 19 de junho de 2015

PET: Alimentação



Veterinário alerta para o perigo de intoxicação alimentar em animais





Compartilhar o alimento é um hábito ancestral e institivo dos cães. É por isso que, de acordo com o diretor clínico de um hospital veterinário, Marcelo Quinzani, eles querem dividir este momento com os seus donos. Mesmo assim, fazer o animal passar vontade não prejudica a saúde dele e pode evitar os transtornos de uma intoxicação alimentar.
A dica, explica o especialista, é ter cuidado redobrado com os alimentos que ficam disponíveis e deixar algo permitido para eles, como biscoitos caninos, petiscos ou algumas frutas secas caso eles tenham interesse pela comida. "Em festas, muitos pensam que basta orientar os convidados a não oferecer alimentos, restos de comidas e ossos para os animais, mas grande parte dos casos é de cães mais novos ou curiosos, que furtam alimentos da mesa."


Os problemas decorrentes da intoxicação são inúmeros, muitos deles graves. Alimentos condimentados ou muito gordurosos, por exemplo, podem levar a vômitos e diarreia. Já os chocolates podem causar graves intoxicações, já que os cães possuem grande deficiência em metabolizar os seus componentes.
Algumas frutas secas e castanhas que sobraram das festas de fim de ano podem levar a graves quadros de intoxicações. "A uva passa, por exemplo, pode causar lesão renal aguda em cães por conta da ingestão das sementes e a noz macadâmia pode causar paralisia muscular temporária se ingerida em excesso”, ressalta.
Já os ossos e pedaços maiores de carnes podem levar a uma obstrução intestinal.





Fique atento aos sinais!

Os sintomas dependem muito do que foi ingerido, mas a maioria dos quadros de intoxicação apresenta sinais agudos dentro de pouco tempo. “Os mais comuns envolvem vômito, apatia, diarreia, dor abdominal e, às vezes, convulsões. Os sinais podem se acentuar, manifestando apatia intensa e perda de apetite”, esclarece Marcelo.
Caso o animal apresente algum destes problemas, deve ser levado ao veterinário. Mas, se o dono tem a informação de que o animal consumiu algum destes alimentos tóxicos, que podem inclusive levar o pet a óbito em poucas horas, deve procurar o profissional imediatamente para os primeiros cuidados mesmo antes da manifestação dos sintomas.
O tratamento de intoxicação alimentar incluem medidas sintomáticas e, no caso de vômitos, cólicas e diarreia, alguns animais precisam de soro e muitas vezes de internação. “Tratamentos específicos, lavagem gástrica, medicamentos injetáveis e indução ao vômito também são utilizados. Depois de controlados os sinais mais graves, muitos animais ainda vão para casa recebendo medicamentos via oral por alguns dias”, comenta o veterinário.

Fonte: G1 Globo.com
Imagens: Google